
Bruno Senna teve problemas no treino por causa do acelerador
Penúltimo colocado no treino de classificação do GP da China, o brasileiro Bruno Senna foi protagonista de um feito inusitado: seu melhor tempo na sessão que definiu o grid de largada, 1min40s469, foi mais lento que sua melhor marca nos treinos livres, de 1mn40s316.
Ele não teria conseguido superar Lucas di Grassi e ficar na 22ª colocação, mas ficou frustrado porque um problema no acelerador do carro impediu que ele evoluísse como ocorreu com a maioria dos pilotos.
- Houve algumas alterações no sistema de resposta do acelerador e isso dificultou a movimentação. De manhã o carro estava bom, consistente e eu me senti confiante. Agora talvez eu só esteja um pouco frustrado porque poderia ter ido além do que consegui, mas estou confiante em uma corrida forte amanhã.
O sobrinho de Ayrton Senna não foi a única vítima dos erros da Hispania na China: seu companheiro de equipe, Karun Chandhok, perdeu cinco posições no grid porque a equipe abriu sua caixa de câmbio sem a presença de um comissário da Federação Internacional de Automobilismo (FIA). Na prática, porém, a punição não surtiu efeito, já que ele marcou o pior tempo do dia e largaria em último de qualquer forma.
Mais um
Um dos temores de Bruno Senna se confirmou neste sábado (17): a equipe anunciou a contratação de um piloto reserva, o japonês Sakon Yamamoto, que chega com um patrocinador novo para a equipe e vai dividir o carro com os titulares às sextas-feiras. Ele já guiou pela Force India, quando a equipe ainda se chamava Spyker, e pela Super Aguri, e disputou sem brilho as duas últimas temporadas da GP2.
Os pilotos não se manifestaram sobre o novo colega, que prometeu contribuir com “muitos dados úteis sempre que possível”. O chefe da equipe, Colin Kolles, disse estar “confiante” sobre o talento do novo contratado. Senna e Chandhok, estreantes na F-1, sofrem com a falta de quilometragem e não queriam mais companhia para dividir o carro






