
Jogo contra São Caetano foi transferido devido estrago no Maracanãzinho
Pontos positivos e pontos negativos são citados pelo técnico Bernardo Rezende, da Unilever-RJ, sobre a mudança de ginásio, do Maracanãzinho para o Tijuca Tênis Clube, para o segundo jogo da melhor de três da semifinal da Superliga Feminina de Vôlei. Na primeira partida, a vitória foi da Blausiegel/São Caetano-SP, por 3 sets a 0, e agora o Unilever precisa vencer nesta quinta-feira (8), às 21h30, para forçar o terceiro jogo, na disputa pela vaga na final.
A partida teve de ser transferida depois da inundação na terça-feira (6), que inutilizou a quadra do Maracanãzinho e obrigou a delegação da equipe carioca a passar a noite no local.
Bernardinho lembra que as dimensões do Maracanãzinho são muito maiores e que foi lá que a equipe jogou na maior parte da temporada.
- É sempre um ginásio que surpreende o adversário. Agora, o Tijuca, onde jogaremos, tem as mesmas proporções do ginásio de São Caetano. Talvez as atletas de lá se sintam mais à vontade. Por outro lado, terão uma pressão maior da nossa torcida.
Bernardinho acredita que, independentemente do lugar, seu time entrará em quadra determinado, depois da derrota no primeiro jogo.
- Eu disse para elas que o importante é saber reagir ao mau resultado. Tentar sempre, lutar muito. Estamos diante de uma equipe que sempre conseguimos vencer nos últimos anos. Passamos pela mesma situação na temporada passada [contra o Brasil Telecom, de Brusque]. E sabemos do nosso potencial.
A oposta Joycinha diz que a experiência de passar a noite e a madrugada no Maracanãzinho serviu para unir mais o grupo.
- Passamos várias horas brincando e conversando muito. De toda situação difícil é possível filtrar o lado positivo. Agora, no ginásio do Tijuca, teremos a torcida mais próxima.
Na outra semifinal, a Sollys/Osasco já está classificada para a final, depois de eliminar o Pinheiros/Mackenzie.






