
Strauss-Kahn preso por investigação sobre prostituição

O ex-diretor do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn, está preso em Lille, no norte da França, depois que o juiz que instrui a investigação de um suposto caso de prostituição e desvio de fundos.Ele chegou na primeira hora do dia (21) à delegacia de Lille. A lei permite manter uma testemunha sob detenção até 96 horas, embora talvez o ex-responsável do FMI não permaneça mais de 48. A polícia tenta elucidar a responsabilidade de Strauss-Kahn em uma rede de prostituição pela qual já foram processadas oito pessoas, se ele participou da rede ou, como afirma a maioria das testemunhas, participava desses encontros sem saber que as mulheres participantes eram prostitutas.
O político esteve presente na festas em Lille, Paris e Washington, nas quais havia prostitutas, organizadas por amigos seus; a última às vésperas dia 14 de maio de 2011, quando foi detido em Nova York após a denúncia de estupro apresentada por uma camareira de hotel, o que lhe obrigou a renunciar ao comando do FMI.
Assim que terminar o interrogatório Strauss-Kahn pode ser liberado, ileso de acusações ou processos pelos crimes de prostituição e desvio de fundos públicos. Mas, caso seja condenado poderá pegar pena de até 20 anos de prisão.






